Os muçulmanos entendem isso no contexto da Arábia do século VII, onde o casamento na puberdade era normal em muitas culturas, inclusive nas sociedades cristãs e judaicas da época. O casamento foi arranjado por seu pai Abu Bakr, não foi contestado por ninguém, nem mesmo pelos inimigos do Profeta, que o atacavam de outras maneiras, e a própria Aisha falou mais tarde dele com carinho e tornou-se uma das maiores estudiosas da comunidade primitiva.
Hoje, a questão incomoda muitas pessoas porque conflita com os padrões modernos. Alguns estudiosos modernos questionam a idade com base em outros relatos sobre a idade dela em comparação com a de sua irmã Asma, enquanto a maioria dos estudiosos tradicionais aceita as narrações. Os muçulmanos não a tomam como licença para o casamento infantil, e a maioria dos países de maioria muçulmana tem idades mínimas legais para o casamento.